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Manual Do Terceiro Setor E Instituições Religiosas: Trabalhista, Previdenciária, Contábil E Fiscal

O crescimento do trabalho desenvolvido por organizações do Terceiro Setor tem levado seus administradores a ocupar-se de questões que antes pouco interesse despertavam. Assim é que centenas de problemas fiscais e trabalhistas, incomuns no passado, passaram a ser a tônica dessas entidades nos últimos tempos. Além disso, o administrador dessas instituições depara-se com um problema de difícil equacionamento: o da busca de recursos para suprir o orçamento com fundos suficientes e necessários. Para consegui-lo, ele verifica que sua organização precisa antes de tudo preparar-se e adequar-se às exigências do Estado. Além das organizações do Terceiro Setor, o livro ocupa-se também da prática trabalhista e previdenciária relativa às instituições religiosas. O texto apresenta, em seu início, conceitos relevantes à área a fim de oferecer embasamento consistente aos profissionais que atuam no setor. Cumprida essa etapa mais atinente ao direito e à legislação de modo geral, passa para a elucidação de questões práticas de ordem trabalhista e contábil-fiscal. Inúmeros exemplos e modelos dão a tônica da exposição, marcada sobretudo pela preocupação em prevenir futuros problemas que levariam a instituição à desintegração, o que poria fim aos seus objetivos institucionais. A obra aborda temas como: A imunidade tributária e a isenção (proibição de instituir imposto sobre organizações educacionais, templos de qualquer culto e de assistência social); A não-caracterização de vínculo empregatício para o ministro de confissão religiosa. O ministro de confissão religiosa e o regime geral da previdência social; Obrigações legais do Terceiro Setor e das instituições religiosas; Providências necessárias para a dissolução do Terceiro Setor e instituição religiosa; O tesoureiro, a contabilidade e os livros e documentos obrigatórios; Procedimentos contábeis para demonstrar gratuidades para o CNAS; Cuidados na contratação de contribuintes individuais (autônomos ou prestador de serviços); Cuidados nas contratações de empresas terceirizadas e trabalho temporário; Zelador (empregado) e habitação fornecida pela igreja; O músico nas organizações religiosas; Orientação prática desde a admissão do empregado até seu desligamento ou aposentadoria; e Serviços mediante cessão de mão-de-obra.


1 PESSOA JURÍDICA 1.1 Breve histórico da pessoa jurídica 1.2 Natureza jurídica das pessoas jurídicas 1.2.1 Teorias negativistas 1.2.2 Teorias afirmativistas 1.2.2.1 Teoria da ficção 1.2.2.2 Teoria da equiparação 1.2.2.3 Teoria orgânica ou da realidade objetiva 1.2.2.4 Teoria da realidade técnica ou jurídica 1.3 Classificação das pessoas jurídicas 1.3.1 Quanto às suas funções e capacidade 1.3.1.1 Pessoas jurídicas de direito público interno e externo 1.3.1.2 Pessoas jurídicas de direito público interno 1.3.1.3 Pessoas jurídicas de direito público externo 1.3.1.4 Pessoas jurídicas de direito privado 1.3.2 Quanto à sua estrutura 1.3.2.1 Organizações religiosas 1.3.2.2 Partidos políticos 1.3.2.3 Associações 1.3.2.4 Fundações (ver Estatuto, item 11) 1.3.3 Quanto à sua nacionalidade 2 ORGANIZAÇÕES SOCIAIS 2.1 Efeitos jurídicos da qualidade de organização social 2.1.1 Efeito imediato 2.1.2 Efeito mediato 3 ORGANIZAÇÃO DE SOCIEDADE CIVIL DE INTERESSE PÚBLICO (OSCIP) 4 COOPERATIVAS SOCIAIS 5 TERCEIRO SETOR 5.1 Definição 5.2 Análise evolutiva dos dispositivos constitucionais aplicados ao Terceiro Setor 5.3 Fronteiras entre os setores 5.4 Principais diferenças entre os setores 5.5 Breve histórico do Terceiro Setor no mundo 5.6 Breve histórico do Terceiro Setor no Brasil 5.7 Origens dos recursos das instituições do Terceiro Setor 5.8 A imunidade tributária e a isenção 5.9 O sistema tributário nacional 6 A PROIBIÇÃO DE INSTITUIR IMPOSTOS SOBRE TEMPLOS DE QUALQUER CULTO, INSTITUIÇÕES DE EDUCAÇÃO E DE ASSISTÊNCIA SOCIAL 7 O MINISTRO DE CONFISSÃO RELIGIOSA E SEU VÍNCULO COM A ORGANIZAÇÃO RELIGIOSA - A NÃO-CARACTERIZAÇÃO DE VÍNCULO EMPREGATÍCIO 8 O MINISTRO DE CONFISSÃO RELIGIOSA E O REGIME GERAL DA PREVIDÊNCIA SOCIAL 8.1 Ministros aposentados pelo regime geral da previdência social 8.2 Sugestão às instituições religiosas 8.3 Exemplo prático de recibo de côngrua, sustento pastoral ou múnus eclesiástico 8.3.1 Instruções para o preenchimento da guia da previdência social (GPS) do ministro de confissão religiosa como contribuinte individual 8.3.2 Instruções para o preenchimento do DARF 8.3.3 Modelo de recibo para o ministro de confissão religiosa 9 OBRIGAÇÕES LEGAIS E FISCAIS DAS INSTITUIÇÕES DO TERCEIRO SETOR E DAS INSTITUIÇÕES RELIGIOSAS 9.1 Roteiro para formalizar a constituição de uma instituição do Terceiro Setor ou de instituição religiosa 9.2 Providências necessárias para a dissolução de instituição do Terceiro Setor e religiosas 9.3 Modelo de ata de constituição, aprovação do estatuto, eleição e posse da diretoria 9.4 Modelo de estatuto social de associação 9.5 Modelos de estatutos sociais de organização religiosa 9.6 Documento básico de entrada do CNPJ 10 ORGANIZAÇÃO DA SOCIEDADE CIVIL DE INTERESSE PÚBLICO (OSCIP) 10.1 Legislação 10.2 Qualificação 10.3 Finalidades 10.4 0 que deve constar no documento constitutivo destas organizações 10.5 Procedimentos e providências para constituir uma OSCIP 10.6 0 reconhecimento como utilidade pública 10.7 Outras considerações 10.8 Modelo de Estatuto da Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP) 11 MODELO DE ESTATUTO SOCIAL DE FUNDAÇÃO 12 AGENDA DE OBRIGAÇÕES DAS INSTITUIÇÕES DO TERCEIRO SETOR, INSTITUIÇÕES RELIGIOSAS E DOS MINISTROS DE CONFISSÃO RELIGIOSA 12.1 Obrigação mensal 12.2 Obrigação trimestral 12.3 Obrigação anual 13 GUIA PRÁTICO PARA O FINANCEIRO DAS ORGANIZAÇÕES RELIGIOSAS 13.1 E agora? Você é o tesoureiro! 13.1.1 Quem é o tesoureiro na diretoria da igreja? 13.1.2 Quais são as atribuições do tesoureiro? 13.1.3 Com quem o tesoureiro tem compromissos? 13.2 Dando os primeiros passos como tesoureiro 13.2.1 Abrindo as portas da tesouraria 13.2.2 Definindo rotinas e procedimentos 13.3 Estudando o orçamento 13.3.1 O que é um orçamento? 13.3.2 Como prepará-lo? Sua importância na execução 13.4 O tesoureiro e os documentos da tesouraria 13.4.1 Conhecendo sua legalidade 13.4.2 Alguns tipos de documentos 13.4.3 Plano de contas, o que é isso? 13.4.4 Classificação 13.4.5 Arquivo 13.5 O tesoureiro, o que ele é para a contabilidade? 13.5.1 O que é contabilidade? 13.5.2 Quais os livros da contabilidade? 13.6 O tesoureiro e o seu relatório 13.6.1 Como prepará-lo 13.6.2 Como apresentá-lo 14 ÍNDICES PARA ANÁLISE DO BALANÇO PATRIMONIAL 14.1 Liquidez corrente 14.2 Liquidez seca 14.3 Liquidez geral 14.4 Solvência geral 14.5 Grau de endividamento 14.6 Imobilização do investimento total 14.7 Imobilização do capital próprio 14.8 Capital de giro 15 PROCEDIMENTOS CONTÁBEIS PARA DEMONSTRAR AS GRATUIDADES PARA O CNAS 15.1 Modelo de atendimento para entidades de assistência social 15.2 Lançamentos contábeis das gratuidades 15.3 Alguns modelos de contratos de doação e de recibos 15.4 Modelo de recibo de doação em dinheiro 16 ENTIDADES BENEFICENTES DE ASSISTÊNCIA SOCIAL (EBAS) 16.1 Procedimentos para isenções (CNAS) 17 CONCEITOS DE EMPREGADO, TRABALHADOR AUTÔNOMO (PRESTADOR DE SERVIÇOS) E BALHO TEMPORÁRIO 17.1 Empregado 17.2 Trabalhador autônomo (prestador de serviços) 17.3 Trabalho temporário 18 TERCEIRIZAÇÃO 18.1 Cuidados nas contratações de empresas terceirizadas 19 DESCRIÇÃO DE CARGOS DE MÚSICO, SECRETÁRIA, ZELADOR E FAXINEIRO 19.1 Conceito de descrição de cargos 19.1.1 O que é tarefa, função e cargo 19.2 Músico 19.2.1 O músico nas organizações religiosas 19.3 Secretária 19.4 Zelador 19.5 Faxineiro 20 EMPREGADO (ZELADOR) E HABITAÇÃO FORNECIDA PELA INSTITUIÇÃO 20.1 Habitação 20.1.1 Quando a habitação é isenta dos encargos (INSS, FGTS e IRF) 20.2 Instrumento particular de contrato de locação residencial 20.3 Instrumento particular de comodato 21 ADMISSÃO DE EMPREGADO 21.1 Descrição de cargo 21.2 Registro de empregado 21.3 Documentação 21.4 Carteira de trabalho e previdência social 21.5 Programa de Controle Médico e Saúde Ocupacional (PCMSO) 21.5.1 Exames médicos 21.6 Contrato de experiência 21.6.1 Conceito 21.6.2 Jurisprudência 21.7 Declaração de dependentes para fins de Imposto de Renda 21.8 Salário-família 21.8.1 Pagamento do salário-família na rescisão do contrato de trabalho 21.8.2 Termo de responsabilidade para concessão do salário-família 21.8.3 Caderneta de vacinação (cartão da criança) 21.9 Controle do horário de trabalho com registro manual, mecânico ou eletrônico 21.9.1 Serviço externo - ficha, papeleta ou registro de ponto 21.9.2 Registro de ponto - flexibilização de até dez minutos diários 22 FOLHA DE PAGAMENTO 22.1 Proventos 22.1.1 Salário 22.1.1.1 Depósito de salários em conta bancária 22.1.2 Horas extras 22.1.2.1 Indenização de supressão das horas extras 22.1.2.2 Integração das horas extras ao repouso semanal e feriado 22.1.2.3 Divisor duzentos para quarenta horas semanais 2.1.3 Adicional noturno 22.1.4 Adicional de insalubridade 22.1.4.1 Exclusão do pagamento do adicional de insalubridade 22.1.5 Adicional de periculosidade 22.1.6 Ajuda de custo e diárias para viagem 22.2 Descontos 22.2.1 INSS: desconto do empregado para o Instituto Nacional do Seguro Social 22.2.1.1 Obrigatoriedade de contribuição do aposentado ao INSS 22.2.1.2 Reajuste da Previdência Social 22.2.2 Imposto de Renda 22.2.2.1 Exemplo prático 22.2.3 Contribuição sindical de empregados 22.2.3.1 Contribuição assistencial e/ou confederativa para associação sindical ou profissional 22.2.3.2 Contribuição sindical da empresa para o sindicato patronal 22.2.3.3 Entidades ou instituições sem registro de capital social e aquelas que não exercem atividades com fins lucrativos 22.2.4 Adiantamentos 22.3 Tabelas de descontos para o fornecimento de alimentação in natura 22.3.1 Habitação e alimentação fornecidas como salário utilidade 22.3.2 PAT - Programa de Alimentação do Trabalhador 22.3.3 Utilidades que não serão consideradas como salário 22.4 Vale-transporte 22.4.1 Roteiro operracional para implantar o vale-transporte 22.4.2 Controle dos vales-transportes 22.4.3 Base de cálculo do vale-transporte 22.5 Faltas e atrasos 22.6 Atestados médicos 22.7 Envelope de pagamento 23 13° SALÁRIO -GRATIFICAÇÃO NATALINA 23.1 Esclarecimentos 23.2 Primeira parcela 23.3 Segunda parcela 23.4 O que integra o 13° salário 23.4.1 Salário-de-benefício e remuneração do 13° salário 23.5 Desconto do INSS do empregado no pagamento final 23.6 Imposto de Renda 23.7 Recolhimento do INSS sobre o 13° salário 23.7.1 Salário variável 24 SALÁRIO-MATERNIDADE - MÃE ADOTIVA OU GUARDA JUDICIAL (PAGAMENTO PELA EMPRESA E PELO INSS) 24.1 Mãe adotiva ou guarda judicial 24.2 Reembolso do 13° salário correspondente ao período de licença-maternidade 25 HORÁRIO DE TRABALHO, JORNADA DE TRABALHO E PERÍODO DE DESCANSO 25.1 Horário de trabalho 25.1.1 Quadro de horário 25.1.2 Sistema alternativo de controle de jornada de trabalho 25.1.3 Cartão de ponto, livro ou sistema eletrônico 25.1.4 Serviço externo - ficha, papeleta ou registro de ponto 25.1.5 Registro de ponto - flexibilização de até dez minutos diários 25.2 Jornada de trabalho 25.2.1 Atividades de processamento eletrônico (digitadores, compositores etc.) 25.2.2 Horista 25.2.3 Horas trabalhadas e repouso semanal remunerado do horista 25.2.4 Cálculo de 1/12 na rescisão do contrato de trabalho do horista 25.2.5 Turnos ininterruptos 25.2.6 Turnos fixos 25.2.7 Mensalista 25.3 Período de descanso 25.3.1 Escala de revezamento 25.3.2 Desconto do repouso semanal remunerado (RSR) para mensalista e quinzenalista 25.3.3 Semana para desconto do repouso semanal remunerado (RSR) 25.3.4 Domingo e feriado no mesmo dia 25.3.5 Compensação do sábado, quando o sábado já é feriado 25.3.6 Intervalo para repouso e alimentação não concedido pelo empregador 26 FÉRIAS 26.1 Condições em que a ausência do empregado não é considerada falta ao serviço 26.2 Perda do direito das férias 26.3 Férias: um terço a mais do que o salário normal 26.3.1 Na vigência do contrato de trabalho 26.3.2 Na rescisão do contrato de trabalho 26.4 Abono pecuniário das férias 26.4.1 Incidência do INSS, FGTS e IRRF 26.5 Férias coletivas 26.5.1 Modelo de comunicação para férias coletivas 26.5.2 Cálculos das férias proporcionais 26.6 Prescrição das férias 26.7 Férias pagas na rescisão do contrato de trabalho 26.7.1 Desconto do INSS sobre férias indenizadas 26.8 Pagamento da primeira parcela do 13° salário por ocasião das férias 26.9 Desconto do Imposto de Renda sobre as férias 27 GUIA DE RECOLHIMENTO AO FGTS 28 CONTRIBUINTE INDIVIDUAL (PRESTADORES DE SERVIÇOS ÀS INSTITUIÇÕES DO TERCEIRO SETOR - ENCANADORES, ELETRICISTAS, PINTORES ETC.) 28.1 Cuidados na contratação de contribuintes individuais (autônomos) 28.2 Dedução mensal do prestador de serviço 28.3 Forma de contribuição (operacionalização) 28.4 Modelos de recibo e declarações 28.5 Legislação pertinente 29 EMPRESA QUE CONTRATA SERVIÇOS MEDIANTE CESSÃO DE MÃO-DE-OBRA - RETENÇÃO DE 11% (INCLUSIVE ENTIDADE BENEFICENTE, OPTANTE PELO SIMPLES E COMUNIDADE RELIGIOSA) 29.1 Serviços sujeitos à retenção 29.2 Dispensa da retenção 29.3 Apuração da base de cálculo da retenção 29.4 Deduções da base de cálculo 29.5 Destaque da retenção 29.6 Recolhimento do valor retido 29.7 Obrigações da empresa contratada 29.7.1 Atividades de Custo Unitário Básico (CUB), sujeitos e não sujeitos à retenção de 11%, relacionados no Anexo XIV 29.8 Obrigações da empresa contratante 29.9 Retenção na prestação de serviços em condições especiais (atividades que prejudicam a saúde ou integridade física dos segurados - insalubridade - retenção de mais 4%, 3% ou 2%, ficando 15%, 14% ou 13%) 29.10 Disposições especiais 29.10.1 Não se aplica o instituto da retenção 29.11 Solidariedade 29.12 Modelos de declarações para isenção da retenção de 11% 30 RESCISÃO DO CONTRATO DE TRABALHO 30.1 Artigos da CLT sobre o assunto 30.2 Súmulas do Tribunal Superior do Trabalho (TST) 30.3 Documentos a serem apresentados 30.4 Esclarecimento sobre o Formulário - Termo de Rescisão do Contrato de Trabalho 30.4.1 Explicações complementares 30.5 Lista de procedimentos de desligamento 30.6 Normas para homologação de Rescisão de contratos de trabalho 30.7 Condições em que é vedada a dispensa sem justa causa (estabilidade provisória) 30.8 Dispensa fictícia seguida de recontratação (ato fraudulento) 31 DISPENSA POR JUSTA CAUSA DO EMPREGADO (VER ART. 482 NA SEÇÃO 30.1) 32 O EMPREGADO PODERÁ CONSIDERAR RESCINDIDO O CONTRATO DE TRABALHO (VER ART. 483 NA SEÇÃO 30.1) 33 OBRIGAÇÕES TRABALHISTA E PREVIDENCIÁRIA 33.1 Obrigação mensal 33.2 Obrigação semestral 34 MULTA TRABALHISTA 35 CONTRIBUIÇÃO DAS INSTITUIÇÕES RELIGIOSAS E BENEFICENTES DE ASSISTÊNCIA SOCIAL AO INSS DE SEUS EMPREGADOS 35.1 GPS - Preenchida (Instituição Religiosa) 35.2 GPS - Preenchida (Entidade Beneficente de Assistência Social, com isenção) 35.3 Instituição da Guia da Previdência Social (GPS) 36 SEGURADO FACULTATIVO AO REGIME GERAL DA PREVIDÊNCIA SOCIAL 36.1 Prazos de recolhimento 37 SEGURADO 38 ACIDENTE DE TRABALHO 39 ALGUNS BENEFÍCIOS DO REGIME GERAL DA PREVIDÊNCIA SOCIAL 39.1 Aposentadoria por invalidez 39.2 Aposentadoria por idade 39.3 Aposentadoria por tempo de contribuição 39.4 Auxílio-doença 39.5 Auxílio-doença por acidentes 39.6 Auxílio-acidente 39.7 Pensão por morte 39.7.1 Auxílio-reclusão 39.8 Proibição de recebimento de benefícios em conjunto 39.9 Benefício de prestação continuada ao idoso e deficiente pago pela Previdência Social 40 SERVIÇO VOLUNTÁRIO PARA: ENTIDADE PÚBLICA DE QUALQUER NATUREZA, OU INSTITUIÇÃO PRIVADA DE FINS NÃO LUCRATIVOS COM OBJETIVOS CÍVICOS, CULTURAIS, EDUCACIONAIS, CIENTÍFICOS, RECREATIVOS OU DE ASSISTÊNCIA SOCIAL, INCLUSIVE MUTUALIDADE 40.1 Serviço voluntário nas organizações religiosas 41 ENTIDADES BENEFICENTES DE ASSISTÊNCIA SOCIAL - EBAS - ISENÇÃO DAS CONTRIBUIÇÕES SOCIAIS 41.1 Da isenção 41.1.1 Do pedido 41.1.2 Da decisão do pedido e ato declaratório 41.2 Cancelamento da isenção 41.3 Recurso 41.4 Da representação administrativa 41.5 Do relatório de atividades 41.6 Do direito adquirido 41.7 Da remissão 41.8 Das Disposições Especiais 41.9 Legislação pertinente 42 DOCUMENTOS: ATÉ QUANDO GUARDÁ-LOS? Conclusão Referências

 

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