|
|
Gestão Com Pessoas E Subjetividade
A aproximação entre Subjetividade e Gestão de Pessoas revela várias possibilidades de repensar e de renovar a atuação humana nas organizações contemporâneas. A consideração da subjetividade em nossas reflexões e aprendizados, ao oferecer possibilidades de tornar inteligível a experiência humana e entender as sutilezas e riquezas das ações, reações, interações e relações das pessoas, aperfeiçoa a participação profissional cotidiana no âmbito organizacional com(o) gestores e com(o) pessoas.
Esta obra é uma coletânea que condensa trabalhos de diversos autores de diferentes linhas de atuação em universidades no Brasil, no Canadá, na França e na Inglaterra. Cada autor apresenta uma das diversas formas em que a subjetividade interfere nas organizações contemporâneas, especificamente na sua gestão. Em seu conjunto, são abordadas as questões relacionadas à inovação, à cognição, ao poder, ao conhecimento, à comunicação, à interioridade, ao prazer, à emoção, ao gênero, ao amor, à família, à cultura brasileira e à cultura estrangeira.
PENSANDO, SENTINDO E EXPRESSANDO-SE NAS ORGANIZAÇÕES
1 GESTÃO COM PESSOAS, SUBJETIVIDADE E OBJETIVIDADE NAS ORGANIZAÇÕES (Eduardo Davel e Sylvia Constam Vergara)
Introdução
A questão da objetividade: administrando os recursos humanos
A abordagem funcionalista da ARH
A abordagem estratégica da ARH
A abordagem política da ARH
Versões da ARH
As tensões existentes e a abertura para outras perspectivas
A questão da subjetividade: administrando com pessoas
Subjetividade na filosofia
Subjetividade e gestão na contemporaneidade: tendências, desafios e renovações
Para concluir
Referências bibliográficas
A QUESTÃO DA INOVAÇÃO
2 INOVAÇÃO, RISCO E TRANSGRESSÃO NAS ORGANIZAÇÕES (Norbert Alter)
As fases de um processo de inovação
A inovação e o conflito com a ordem
Os inovadores do cotidiano
Formas e forças
A inovação e o risco
A aceitação do risco é uma transgressão das formas sociais estabelecidas
A transgressão corriqueira
Referências bibliográficas
A QUESTÃO DA COGNIÇÃO
3 COGNIÇÃO E AÇÃO NAS ORGANIZAÇÕES (Antônio Virgilio Bittencourt Bastos)
Mente e cognição: um pouco de sua história e implicações para a concepção de indivíduo e sujeito
Rompendo a noção de símbolo: a arquitetura conexionista
Aproximando mente e corpo: a concepção das neurociências
Incorporando cultura e ação: a perspectiva construtivista
Sobre a natureza do fenômeno organizacional em um olhar cognitivista: mapeando o campo dos estudos sobre cognição e organização
Cognição e processos microorganizacionais
Cognição e processos macroorganizacionais
A abordagem cognitiva: refletindo sobre suas implicações para a gestão das pessoas
Referências bibliográficas
A QUESTÃO DO CONHECIMENTO E PODER
4 CONHECIMENTO E PODER NAS ORGANIZAÇÕES (Barbara Townley)
O poder, o conhecimento e o sujeito
Implicações de Foucault para ARH
Práticas de divisão
Tornando claro o contrato
Criando o sujeito industrial
Implicações para a pesquisa
Conclusão
Referências bibliográficas
A QUESTÃO DA COMUNICAÇÃO
5 COMUNICAÇÃO E SUBJETIVIDADE NAS ORGANIZAÇÕES (Philippe Zarifian)
O ideal da comunicação zero
O taylorismo: uma herança difícil
O taylorismo paradoxal: sua aplicação à linguagem
O peso da condição salarial
Por que, então, a comunicação hoje?
As necessidades produtivas da comunicação
Sobre a comunicação autêntica
Algumas conseqüências a destacar para a comunicação gerencial
Conclusão
Referências bibliográficas
A QUESTÃO DA INTERIORIDADE
6 INTERIORIDADE E ORGANIZAÇÕES (Eugène Enriquez)
Para obter tais resultados é necessário que essas pessoas sejam mo um processo de idealização
Visto que esse processo de idealização não se pode ligar a um objeto maravilhoso exterior, ele pode encontrar seu ponto de ancoragem em um objeto maravilhoso interior: o corpo do indivíduo
Os métodos para conseguir sacralizar ou ressacralizar a organização, a esfera religiosa ou política, ou o corpo, são "irracionais" em sua essência, à medida que não se trata, de fato, de criar uma cultura, mas de edificar novos cultos
A conseqüência desses métodos visa à criação de uma identidade compacta
O ódio inconsciente de si é projetado sobre os outros, donde provém o desenvolvimento da xenofobia e do racismo
Assiste-se à passagem de uma civilização da culpa a uma civilização da vergonha
Esse movimento de desaparecimento da interioridade não é inevitável
Referências bibliográficas
A QUESTÃO DO PRAZER
7 PRAZER, SENSUALIDADE E DIVERSÃO NAS ORGANIZAÇÕES (Gibson Burrell)
As três faces do prazer
A primeira face do prazer
A segunda face do prazer
A terceira face do prazer
A discussão
Observações finais
Referências bibliográficas
A QUESTÃO DA EMOÇÃO E GÊNERO
8 EMOÇÃO E REPERTÓRIOS DE GÊNERO NAS ORGANIZAÇÕES (Linda Rouleau)
Organização e subjetividade
A teoria da estruturação
Emoções
Os repertórios de gênero
Subjetividade e estruturação da ação
Subjetivação e modernização das empresas
Conclusão
Referências bibliográficas
A QUESTÃO DAS RELAÇÕES AMOROSAS E FAMILIARES
9 ORGANIZAÇÕES, RELAÇÕES FAMILIARES E AMOROSAS (Maria José Tonelli)
Introdução
Características da modernidade tardia
As transformações da vida amorosa
As transformações da vida no trabalho
"Casamento extraconjugal" e emprego
A duração potencial da vida em comum
As finalidades essenciais da união
A diferenciação das funções na vida em comum
O grau de fidelidade exigido
O modo de expressão dos sentimentos
Considerações finais
Referências bibliográficas
A QUESTÃO DA CULTURA BRASILEIRA
10 CULTURA BRASILEIRA, ESTRANGEIRISMO E SEGREGAÇÃO NAS ORGANIZAÇÕES (Fernando C. Prestes Motta, Rafael Alcadipani e Ricardo Bresler)
"Brasil, o país que não presta"
A valorização do estrangeiro como segregação
Estrangeirismo, organizações e gestão de pessoas
Considerações finais
Referências bibliográficas
A QUESTÃO DA CULTURA ESTRANGEIRA
11 MULTICULTURALISMO E EXPATRIAÇÃO NAS ORGANIZAÇÕES: VIDA DO EXECUTIVO EXPATRIADO, A FESTA VESTIDA DE RISO OU DE CHORO (Maria Ester de Freitas)
Introdução: o cenário intercultural
Administração de recursos humanos e intercultural
Expatriação: processo, contrato psicológico e choques culturais
Pesquisa com franceses em São Paulo
A amostra
Quando a rua é a casa
As esposas: "sem lenço e sem documento"
Conclusões
Referências bibliográficas
AGINDO E INTERAGINDO NAS ORGANIZAÇÕES
12 SUBJETIVIDADE, SENSIBILIDADES E ESTRATÉGIAS DE AÇÃO (Sylvia Constant Vergara e Eduardo Davel)
Administrando relações
Desenvolvendo sensibilidades para lidar com pessoas e suas relações
Para concluir
Referências bibliográficas
Clique Aqui para saber mais |
|
/*
*/
?>





Uma parceria:
www.rhportal.com.br
|